sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

♕... Silêncio



Sabe o que me tira o sono?
Me tira o juízo,
E o que me leva a loucura?
É essa maldita voz que se cala toda vez que se aproxima

Sabe o que me frustra?
Me ata um nó na garganta
E o que me mata pouco a pouco?
É esse maldito silêncio que te dou como resposta, assim que põe os teus olhos sobre mim

E mesmo desejando loucamente fazê-lo
Eu não posso
E é ele o culpado
É esse maldito silêncio

E assim continuo esperando...
Esperando achar minha voz um dia
Por enquanto me contento apenas em te olhar
Te admirar e sonhar com o dia em que finalmente poderei dizer:

Eu Te Amo!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

❦ Lágrimas



Elas estão ligadas a tantos sentimentos, têm tantos significados. Lágrimas cristalinas, banhadas em amor, felicidade, realização, como uma mãe que chora ao ver seu fruto vir ao mundo. Como alguém que reencontra um amigo há tanto tempo distante, como alguém que diz um terno “eu te amo”. Lágrimas doces apesar da sua natureza salgada, lágrimas de saudade de alguém que se foi, de um filho que mora longe, de um amor perdido, saudade da infância e da inocência. Lágrimas vermelhas semelhantes a sangue, lágrimas de decepção, de raiva, de tristeza, lágrimas lamuriosas, pelas traições, pelas frustrações, pelas mágoas e ainda assim são lágrimas puras, lágrimas verdadeiras. Cada uma ligada ao sentimento que nos toma no momento, em pensar que algumas dessas lágrimas já chorei e no decorrer da vida novas irei chorar, as mesmas poderão se repetir, mas ainda assim serão lágrimas.